Não há mistérios nem pudores dos governos do PSDB quando o assunto é distribuição de espaço para o capital. E as Área de Proteção Ambiental (APAs) do Estado, repletas de mananciais, flora e fauna, são alvos frequentes da ambição dos governistas do PSDB.

Mesmo com denúncias do Ministério Público e órgãos ambientais, troca de cadeiras de secretários do Meio Ambiente e repercussão desses fatos na imprensa, sempre há uma novidade que descamba para a destruição do patrimônio ambiental de São Paulo.

A última foi a modificação no projeto da Área de Proteção Ambiental (APA) Barreiro Rico (Anhembi) - Tanquã (Piracicaba). A Fundação Florestal (FF), órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) fez anúncio de divisão em duas áreas e redução de hectares, de 71 mil para 44 mil. Há suspeita de que a Fundação tenha sido pressionada a fazer as modificações.

 

 

Relembrando: A pressão para modificar a APA Várzea do Rio Tietê

Em meados de 2017, foi frequente o aparecimento do nome do secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo de Alckmin da época, Ricardo Salles, em denúncia. Nesse período, o Ministério Público Estadual de São Paulo pediu afastamento odo secretário e pagamento de indenização de R$50 milhões.

O Ministério Público de São Paulo havia aberto inquérito civil contra Salles por improbidade administrativa. Matérias apontaram que desde que Salles assumiu a pasta, o plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Várzea do Rio Tietê sofreu alterações na minuta e ao menos em seis mapas que modificaram o zoneamento da área protegida, abrindo caminho à exploração industrial e mineral.

Na sequência, os deputados do PT protocolaram no Palácio dos Bandeirantes um manifesto para que o governador Geral Alckmin (PSDB) não publicasse decreto aprovando o Plano de Manejo da Área de proteção Ambiental (APA) da Várzea do Rio Tietê, Unidade de Conservação da Natureza de Uso Sustentável.

Fonte: PT Alesp.

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