Sindicalistas das principais centrais sindicais do país e movimentos sociais declararam apoio a Luiz Marinho, candidato da Coligação “São Paulo do Trabalho e de Oportunidades - PT/PC do B” ao governo do Estado, à candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República e às candidaturas de Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto ao Senado, nesta quinta-feira (20/9), na sede do Sindicato dos Bancários e Financiários de Osasco e São Paulo, no centro da capital paulista.

No ato, que começou com uma caminhada pelas ruas do centro da cidade e terminou na sede do sindicato dos bancários, Marinho e a mulher de Haddad, Ana Estela, que o representou no evento, receberam um documento, “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora”, em que as centrais exigem a revogação da reforma trabalhista e, além disso, sugerem também medidas para combater o desemprego que atinge mais de 14 milhões de trabalhadores no país.

Marinho e os demais candidatos da coligação receberam também a Plataforma do Estado de São Paulo e a Plataforma das Mulheres para as Eleições. Nelas, encontram-se propostas sugeridas por diversas categorias de trabalhadores e trabalhadoras.

Ao falar para as mais de 4.000 pessoas que lotaram a quadra do sindicato, Marinho disse que houve um “grande golpe contra a classe trabalhadora e um desmonte da estrutura democrática e social do país”. E que o atual governo federal e seus aliados “desejam um desmonte total dos movimentos sociais e do movimento sindical”.

“Tem candidato que é presidente da federação das empresas de São Paulo. É patrão, e agora vem falar que está preocupado com o desemprego. Outro, que nem cumpriu sua promessa de terminar a gestão como prefeito de São Paulo. Posso dizer que fui duas vezes prefeito de São Bernardo. Como ministro do Trabalho do ex-presidente Lula, quem queria trabalhar tinha emprego”, afirmou Marinho.

Marinho disse também que estava selando um compromisso naquele momento, pois sempre estará ao lado do povo trabalhador para gerar políticas públicas e criar novos empregos. Sobre o documento que recebeu, disse: “O que está escrito é nossa razão de nossa militância de muitos anos. Eu quero vocês para governarmos juntos o Estado de São Paulo”.

Apoio das centrais

No ato de apoio, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, disse que a única forma de recuperar as conquistas tiradas pelo atual governo, tanto do Estado quanto federal, é votar na chapa completa do Partido dos Trabalhadores. “A arma da classe trabalhadora contra os golpistas é eleger no dia 7 de outubro Fernando Haddad e Luiz Marinho para derrotar o golpe na urna. Peão não vota em patrão.”

Nailton Francisco, falando em nome da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, enfatizou a importância da vitória em 7 de outubro.  “Vamos virar o jogo nestas eleições e fazer o Brasil voltar a sorrir no dia 7 de outubro. Nós temos o que eles não têm: pessoas comprometidas com a classe trabalhadora.”

Já para Adilson Araújo, da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), com Marinho governador, os seguidos governos tucanos no Estado poderão ser investigados. “Enfim poderemos apurar os desmandos e desvios na obras do Metrô e do Rodoanel. Nunca assistimos tamanha tragédia econômica, social e política. É a eleição de nossas vidas.”

Transparência

Ao agradecer ao apoio das centrais sindicais e dos movimentos sociais, Marinho criticou o tom agressivo que alguns candidatos têm adotado na campanha e ainda disse que que irá promover um governo transparente e inclusivo.

“Precisamos de vocês para governarmos juntos. Por isso, damos todo nosso apoio às mulheres, à comunidade LGBT, à juventude, ao povo indígena, aos quilombolas e a tantos outros que são esquecidos.”

Para acessar as fotos em alta resolução, acesse: https://bit.ly/2PTAoTY

Crédito de fotos: Cesar Ogata/Divulgação

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