Luiz Marinho, candidato da coligação “São Paulo do Trabalho e de Oportunidades - PT/PC do B” ao governo do Estado, defendeu a reestruturação das polícias de São Paulo e a valorização das Polícias Militar e Civil. “Precisamos cuidar bem das polícias, para que elas possam cuidar bem da população”, disse Marinho diante de representantes da Fermesp ((Federação das Entidades Representativas dos Militares do Estado de São Paulo).

Marinho foi convidado da Fermesp, que representa as associações de policiais militares paulistas, para falar nesta segunda-feira (1/10) sobre seu programa de governo e do que pretende fazer especificamente na questão da segurança pública caso seja eleito governador do Estado de São Paulo.
 
 Segundo Marinho, é necessário dar condições de trabalho aos policiais. E isso passa por investir em equipamentos, em inteligência, em melhorar os salários, em dar apoio psicológico e até na melhoria das condições habitacionais dos profissionais da segurança pública.
 
“Nossas polícias precisam ter equilíbrio para enfrentar situações de estresse, terem seus direitos também respeitados e preservados na sua totalidade”, disse Marinho. Para o candidato, o PT sempre foi defensor dos direitos humanos, inclusive dos policiais. “O que são direitos humanos? São direitos das pessoas e, lógico, dos policiais também”, completou.
 
O candidato do PT também voltou a falar de que irá criar uma força-tarefa, com as Polícias Militar e Civil, Ministério Público e Judiciário, para combater o crime organizado no Estado de São Paulo.
No encontro com as associações que integram a Fermesp, Marinho, ao responder a uma das questões dos participantes, afirmou que as entidades representativas dos policiais devem ser respeitadas e valorizadas pelo governo do Estado. E que o debate é sempre o melhor caminho para encontrar soluções conjuntas.
 
Questionado também sobre como melhorar o salário dos policiais, Marinho disse ser possível em 4 anos de mandato. Segundo o petista, é preciso traçar prioridades ao definir o Orçamento do Estado, e a segurança pública é uma delas.
 
“Temos uma renúncia fiscal da ordem de R$ 20 bilhões [por ano]. É preciso rever uma a uma e priorizar políticas públicas que ajudem no combate ao crime organizado, como esporte, cultura e valorização do trabalho das polícias.”
 
Após o evento, Marinho voltou a falar da renúncia fiscal ao ser questionado por jornalistas sobre de onde tiraria recurso para melhorar os salários das polícias. “O Orçamento de São Paulo está contaminado pela ferrugem de 24 anos dos governos do PSDB. Vamos traçar as prioridades e rever as renúncias fiscais.”
 
 Marinho frisou, no entanto, que reduzir a criminalidade no Estado não é só responsabilidade das Polícias Militar e Civil. “É responsabilidade de toda a sociedade e, para isso, o governo precisa realizar um conjunto de políticas públicas que facilitem o combate ao crime organizado”, disse Marinho.
 
Caminhada
 Após o encontro com as associações de policiais militares na Fermesp, Marinho fez uma caminhada de cerca de uma hora e meia por algumas ruas do comércio de Santana, quando cumprimentou comerciantes da região e eleitores que trabalham ou residem no bairro.

Agenda de terça-feira (2/10):

- 9h30 – Caminhada Vila São Pedro (SBC)

 - Preparação para o Debate
 - 21h – Debate Globo  

Rua Evandro Carlos de Andrade, 160 - Vila Cordeiro - São Paulo

 
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