O PT Paulista cerrará fileiras com os movimentos populares, setoriais e sindicais na mobilização contra a Reforma Trabalhista, contra a privatização selvagem das empresas públicas e na defesa de medidas que levem à geração de empregos e recuperação da renda dos brasileiros.

Bolsonaro quer ampliar o processo de privatizações no Brasil e falou em fazer isso em mais de 100 instituições. Sua ânsia por entregar as estatais à empresas privadas é também uma forma de ceder potências, conhecimentos e pesquisas brasileiras para instituições que não terão nenhum compromisso com o povo, que não se preocuparão com a população. A Vale, que é responsável direta por dois crimes ambientais gravíssimos em menos de quatro anos, é uma das estatais privatizadas nos últimos 20 anos. A falta de compromisso das empresas privadas (e a busca incessante por lucro) pode ser responsável por outros crimes ambientais e negligências na proporção de Mariana e Brumadinho.

A respeito da Reforma da Previdência fica evidente que Bolsonaro mantém dois pesos e duas medidas. Ele, que defende uma reforma da Previdência severa e que será um enorme fardo para o trabalhador, não pretende incluir os militares — categoria que faz parte — nos cortes da aposentadoria. Bolsonaro fala do rombo na Previdência, mas parece não se preocupar com mais de 30 bilhões anuais e ainda permite que filhas de militares, como é o caso da atriz Maitê Proença, continuem a receber pensões robustas pelos serviços prestados por outra pessoa — o seu pai — ao país.

Para afetar ainda mais o trabalhador, Bolsonaro acabou com o Ministério do Trabalho, criado em 1930 por Getúlio Vargas. Ele apoiou ainda uma reforma Trabalhista iniciada no governo ilegítimo de Michel Temer e cortes de direitos já são vistos.

Assim como na esfera nacional, a Bancada do PT na Assembleia Lergislativa de São Paulo também atuará contra os desmados de João Doria, que assim como Bolsonaro quer lotear o estado de São Paulo. As medidas da bancada pestista juntamente com representates das bancadas dos partidos progressitas e de oposição, de sindicalistas e de movimentos sociais, com objetivo de acompanhar e lutar no âmbito da Alesp contra medidas que tenham o caráter de retirar direitos e precarizar ainda mais as políticas sociais, como por exemplo, a restrição da liberdade de manifestações, confisco e restrição de direitos dos servidores públicos, privatização dos bens públicos com escolas e universidades entre outras.

Em São Paulo, PSDB aumenta a passagem de metrô e ônibus, acima da inflação: João Doria (Governador) e Bruno Covas (Prefeito) aumentaram o preço das passagens de metrô e ônibus de R$ 4 para R$ 4,30. O reajuste de 7,5% ficará acima da inflação acumulada desde a data do último aumento, em janeiro de 2018, quando a passagem subiu de R$ 3,80 para R$ 4.  O reajuste impacta também as integrações entre os transportes, os bilhetes diários e os bilhetes únicos. O transporte é um direito social, portanto o aumento das tarifas afeta em variados aspectos a vida da população. Diminui a circulação das pessoas nas cidades, aumenta a evasão escolar, além de restringe o direito ao lazer e à cultura, 

Para o próximo 1° de maio, o intuito do PT Paulista realizar um ato unificado das centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais em defesa dos direitos dos trabalhadores.

 Leia a resolução do PT aqui

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O Partido dos Trabalhadores surgiu como agente promotor de mudanças na vida de trabalhadores e trabalhadoras das cidades e dos campos, militantes de esquerda, intelectuais e artistas.

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